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Anarquista – Murray Bookchin

Murray Bookchin (Nova Iorque, 14  janeiro de 1921 — Burlington, Vermont, 30 de julho de 2006) foi um escritor anarquista estado-unidense, fundador da escola da Ecologia Social.

Na juventude foi influenciado pelo marxismo e mais tarde derivou para o trotskismo mas foi gradualmente ficando cada vez mais desiludido com a coerção que viu como inerente ao marxismo-leninismo. Em alguns meios ficou conhecido por fazer críticas devastadoras ao marxismo usando linguagem marxista convencional. Nos anos 60 foi membro da Liga Libertária.

Durante os anos 1950 e 60, Bookchin construiu sobre os legados da filosofia social utópica e da teoria crítica, mudando a primazia do marxismo na esquerda e ligou crises ecológicas e urbanas contemporâneas aos problemas do capital e hierarquia social em geral.

Bookchin permaneceu um anti-capitalista radical defensor da descentralização da sociedade. Foi influente no movimento antiglobalização.

Em meados dos anos 1990 fundou o municipalismo. Alguns dizem que neste momento rompeu com o anarquismo. Entretanto suas idéias são cada vez mais uma flexização das idéias anárquicas.

Bookchin é o autor de alguns livros importantes, incluindo Anarquismo Pós-EscassezA Ecologia da LiberdadeSociobiologia ou Ecologia Social?Para uma Tecnologia Libertadora, e outras obras tratando do Municipalismo Libertário. Ele é uma das inspirações da guerrilha curda do PKK.

 

 

Anarquista – Thomas Merton

Thomas Merton (Prades, 31 de janeiro de 1915 — Bangcoc, 10 de Dezembro de 1968) foi um escritor católico do século XX. Monge trapista da Abadia de Gethsemani, Kentucky, ele foi um poeta, ativista social e estudioso de religiões comparadas. Escreveu mais de setenta livros, a maioria sobre espiritualidade, e também foi objecto de várias biografias. Dentre as principais características de Thomas Merton pode-se citar sua defesa do pacifismo e do ecumenismo.

Primeiros anos:

Seu pai, Owen Merton, era um pintor nascido na Nova Zelândia. Sua mãe, Ruth Jenkins, era uma quaker norte-americana, e também uma artista. De acordo com a vontade do pai, Thomas foi batizado em uma Igreja Anglicana. Meses após o seu nascimento, estando a França abalada pela Primeira Guerra Mundial, sua família mudou-se para os Estados Unidos da América, em agosto de 1915. Devido à sua atividade artística, Owen teve uma presença irregular durante a infância do filho. Nesse contexto, Thomas morou na casa dos pais de Ruth em Long Island (Nova Iorque) e depois mudou-se para Douglaston (Nova Iorque) e, em 1917, para Flushing (Nova Iorque), onde seu irmão mais novo, John Paul Merton, nasceu em 2 de novembro de 1918. Após a Primeira Guerra Mundial, sua família planejou uma volta à França, mas a mãe de Merton foi acometida por um câncer de estômago. Aos seis anos de idade, ficou órfão de mãe.

Em 1922, foi levado para Bermudas, por seu pai. Na época seu pai mantinha um romance com Evelyn Scott que, na época, era casada com Cyril Kay-Scot. Thomas não guardou boas recordações de Evelyn. Em 1923, voltou a viver com a família de seus avós maternos em Douglaston, enquanto seu pai viajou para a Europa e norte da África (França, Itália, Inglaterra e Argélia), juntamente com Evelyn e Cyril. Em 1924, Owen Merton descobriu que estava com um tumor cerebral.

Em 1925, Owen levou Thomas para residir com ele em Saint-Antonin (França). Em 1926, foi matriculado no Lycée Ingres, um colégio interno para meninos em Montauban (França), onde participou de um grupo de jovens aspirantes a escritores e escreveu dois romances. Durante suas férias de natal, entre 1926 e 1927, Thomas passou um tempo com os amigos de seu pai em Murat, uma pequena cidade no Auvergne (França). Nessa época, embora nunca frequentasse as missas católicas aos domingos, se interessou por crenças e ideias católicas. Ele também afirmava que “todas as religiões levam a Deus, apenas em formas diferentes, e cada um deve ir de acordo com sua própria consciência, e resolver as coisas de acordo com sua maneira particular de ver as coisas”. Durante esse período, diante da incompatibilidade entre Evelyn e Thomas, Owen se afastou de Evelyn. No verão de 1928, Thomas mudou-se com o pai para a Inglaterra, onde foram residir na casa de uma tia de seu pai em Ealing, no oeste de Londres, e Thomas foi matriculados na Ripley Court Preparatory School, onde se aproximou da Igreja Anglicana. Em 1930, Thomas foi matriculado na Oakham School, um colégio interno em Rutland (Inglaterra). Em 16 de janeiro de 1931, seu pai faleceu. Antes de falecer, Owen havia nomeado Tom Bennett, um médico que havia seu colega de estudos na Nova Zelândia, como o tutor legal de seu filho. Naquele ano, Thomas viajou para Roma e Florença por uma semana e visitou seus avós maternos em Nova Iorque durante o verão. Depois, Thomas tornou-se o editor da revista de sua escola: Oakhamian.

Em setembro de 1932, Thomas obteve êxito no exame de admissão para o Clare College em Cambridge. Ele completou 18 anos e viajou para conhecer Paris, Marselha, Hyeres, Saint Tropez, Gênova, Florença e Roma, onde chegou em fevereiro de 1933. Sua estadia em Roma, onde visitou o Museu do Vaticano e diversos locais de culto, acendeu sua religiosidade.

Depois de sua estadia em Roma, viajou para os Estados Unidos, para visitar seus avós maternos em Douglaston, antes de se matricular no Clare College, em outubro de 1933, onde encontrou alguns de seus colegas de Oakham. Nessa época, tornou-se um consumidor frequente de bebidas alcoólicas e ficou conhecido como mulherengo, em maio de 1934, partiu para os Estados Unidos, para continuar seus estudos.

Em 1934, chegou a Nova Iorque, e concluiu seus estudos na Universidade de Columbia, com bacharel em língua inglesa, em 1938. Em outubro de 1935, participou de protestos contra a invasão da Etiópia pela Itália. Em 1936, morreu Samuel Jenkins, seu avô materno. Em fevereiro de 1937, leu “O Espírito da Filosofia Medieval” de Étienne Gilson, por meio do qual teve contato maior com o catolicismo[2] [3].

Início da vida religiosa:

Em junho de 1938, Merton foi convidado por seu amigo Seymour Freedgood para uma reunião com Mahanambrata Brahmachari, um monge hindu radicado em Chicago, que visitava Nova Iorque. Na ocasião, Merton foi aconselhado a encontrar conexão com suas próprias raízes e tradições espirituais, e lhe foi sugerida a leitura de “Confissões” de Santo Agostinho e de “A Imitação de Cristo”. Em agosto, Merton decidiu assistir a uma missa, a partir desse momento começou a ler muitos escritos católicos. Em setembro, Merton começou a ler um livro sobre a conversão de Gerard Manley Hopkins, e decidiu se tornar padre. Em 16 de novembro foi batizado e recebeu sua primeira comunhão.

Em 1939, fez estudos sobre Tomás de Aquino, orientado por Daniel Walsh, e foi apresentado à Jacques Maritain em uma palestra sobre a Ação Católica. Em outubro de 1939, debateu com Daniel Walsh sobre seu projeto de se tornar um sacerdote e sobre qual congregação religiosas seria mais adequada para Merton. Nesse contexto foi considerada a possibilidade de Merton ingressar na Companhia de Jesus, tornar-se franciscano ou um monge cisterciense. Em um primeiro momento, entrou em contato com os franciscanos, mas avaliou-se que aquela não seria a escolha mais acertada. Na Semana Santa de abril de 1941, Merton participou de um retiro na Abadia de Nossa Senhora de Gethsemani, perto Bardstown (Kentucky). Em 10 de dezembro de 1941 Thomas Merton retornou à Abadia de Nossa Senhora de Gethsemani, para pedir aceitação na Ordem de Cister, onde foi aceito como postulante pelo abade, Dom Frederic Dunne. Em março de 1942, durante o primeiro domingo da quaresma, Merton foi aceito como noviço no mosteiro. Em junho de 1942, Merton recebeu uma carta de seu irmão John Paul, que afirmou que ele iria sair para a guerra e estaria vindo para Gethsemani para visitar Merton antes de partir. Em 17 de julho, Merton e John encontraram-se. Em 26 de julho de 1942, John Paul foi batizado em uma igreja na cidade vizinha de New Haven (Kentucky) antes de partir no dia seguinte. Em 17 de abril de 1943, John Paul morreu quando os motores de seu avião falharam sobre o Canal da Mancha. John Paul foi mencionado em um poema no final de “The Seven Storey Mountain”[2].

Atividade como escritor

Merton lia muitos livros durante sua estadia no mosteiro. Seu superior, Abade Dom Frederic, notou sua capacidade intelectual e o talento para a escrita. Em 1943, Merton foi encarregado de traduzir textos religiosos e escrever biografias sobre os santos para o mosteiro. Em 19 de março de 1944, Merton assumiu a sua profissão temporária dos votos e passou a utilizar o capuz branco, preto escapular e cinto de couro. Em novembro de 1944 foi publicado o livro “Trinta Poemas”. Em 1946, foi publicado “A Man in the Divided Sea”. Naquele ano também foi decidida a publicação de “The Seven Storey Mountain”.

Em 1947, Merton consolidou sua carreira de escritor. Em 19 de março de 1947, fez os votos solenes, um compromisso de viver a sua vida no mosteiro. Ele também começou a se corresponder com um cartuxo que residia no Mosteiro de São Hugo, em Parkminster (Inglaterra). Em 4 de julho de 1947, foi publicado um ensaio de denominado “Poesia e Vida contemplativa”. Em 1948, foi publicado “The Seven Storey Mountain”, obra que teve grande repercussão. Naquele ano foram publicadas várias outras obras, como “Guide to Cistercian Life”, “Cistercian Contemplatives”, “Figures for an Apocalypse” and “The Spirit of Simplicity”[2].

Relação com o Brasil

No Brasil Thomas Merton tinha vários amigos e publicou um grande número de livros. Muitas são as pessoas, leigas ou religiosas, que consideram as leituras de seus livros marcos importantes das suas vidas espirituais. Foram lançados mais de 40 livros em português, graças ao envolvimento de intelectuais – como Alceu Amoroso Lima – e de monjas e monges beneditinos – como Dom Basílio Penido, Dom Timóteo Amoroso Anastácio, Dom Estêvão Bettencourt e, principalmente, da irmã Maria Emmanuel de Souza e Silva.

A história sobre o início de uma relação de trabalho e de uma amizade é contada no livro Thomas Merton: o homem que aprendeu a ser feliz, pela Ir. Maria Emmanuel. Ao longo de 13 anos trocaram mais de uma centena de cartas, cartões postais, “santinhos” e livros. Parte das cartas de Merton enviadas à Ir. Maria Emmanuel estão registradas no livro The Hidden Ground of Love: Letters on Religious Experience and Social Concerns (Letters, I).

Merton se correspondeu com outros brasileiros como Alceu Amoroso Lima, Dom Hélder Câmara, abades beneditinos, religiosas e religiosos e simples leitores, ao longo de sua vida. Ele também se interessava por vários autores brasileiros – em especial pelos poetas Manuel Bandeira e Jorge de Lima.

O continuado interesse por Merton, sua vida e suas ideias, levou à fundação, em 10 de dezembro de 1996, da Sociedade dos Amigos Fraternos de Thomas Merton – SAFTM.

Após ter cessado por longos anos a publicação de suas obras no Brasil, existindo apenas dois títulos em 1996, foram reeditados em 1999 os livros A Montanha dos Sete PatamaresNovas Sementes de Contemplação e Ascensão para a Verdade logo seguidos pela publicação de outros títulos nos anos subsequentes. Hoje já são 16 os títulos disponíveis, tendo se estabelecido um novo interesse em dar continuidade à publicação de antigas e novas obras. Além desses existem quatro livros sobre Thomas Merton. Os quase 30 outros títulos esgotados podem ser encontrados em sebos de todo o país.

Correspondentes

Merton foi um correspondente prolífico, tendo escrito milhares de cartas a diferentes pessoas em todo o mundo, estabelecendo um diálogo sobre temas de mútuo interesse com os seus correspondentes como também respondendo fraternalmente a consultas e agradecendo elogios de seus leitores. Suas cartas são dirigidas e recebidas de intelectuais e de pessoas comuns. De dignitários da Igreja a singelas monjas em localidades pobres e remotas.

Thomas Merton Center tem catalogado e arquivado milhares dessas cartas, mas não a totalidade delas. Várias são de brasileiros, correspondentes habituais ou ocasionais de Merton.

Livros:

  • (1944) – Thirty Poems
  • (1946) – A Man in the Divided Sea
  • (1948) – The Seven Storey Mountain (A montanha dos sete patamares)[3]
  • (1949) – Seeds of Contemplation; The Tears of the Blind Lions; The Waters of Siloe
  • (1951) – The Ascent to Truth
  • (1953) – The Sign of Jonas
  • (1955) – No Man Is An Island
  • (1956) – The Living Bread
  • (1957) – The Silent Life; The Strange Islands
  • (1958) – Thoughts in Solitude
  • (1959) – The Secular Journal of Thomas Merton; Selected Poems
  • (1960) – Disputed Questions; The Wisdom of the Desert
  • (1961) – The New Man
  • (1962) – New Seeds of Contemplation
  • (1964) – Seeds of Destruction
  • (1965) – Gandhi on Non-Violence; The Way of Chuang Tzu; Seasons of Celebration
  • (1966) – Raids on the Unspeakable; Conjectures of a Guilty Bystander
  • (1967) – Mystics and Zen Masters
  • (1968) – Monks Pond; Cables to the Ace; Faith and Violence; Zen and the Birds of Appetite
  • (1969) – My Argument with the Gestapo; Contemplative Prayer; The Geography of Lograire
  • (1971) – Contemplation in a World of Action
  • (1973) – The Asian Journal of Thomas Merton
  • (1976) – Ishi Means Man
  • (1977) – The Monastic Journey; the Collected Poems of Thomas Merton
  • (1979) – Love and Living
  • (1980) – The Non-Violent Alternative
  • (1981) – The Literary Essays of Thomas Merton; Day of a Stranger; Introductions East and West: The Foreign Prefaces of Thomas Merton
  • (1982) – Woods, Shore and Desert: A Notebook, May 1968
  • (1985) – The Hidden Ground of Love: Letters on Religious Experience and Social Concerns (Letters, I)
  • (1988) – A Vow of Conversation: Journals 1964-1965; Thomas Merton in Alaska: The Alaskan Conferences, Journals and Letters
  • (1989) – The Road to Joy: Letter to New and Old Friends (Letters, II)
  • (1990) – The School of Charity: Letters on Religious Renewal and Spiritual Direction (Letters, III)
  • (1993) – The Courage for Truth: Letters to Writers (Letters, IV)
  • (1994) – Witness to Freedom: Letters in Times of Crisis (Letters, V)
  • (1995) – Run to the Mountain: The Story of a Vocation (Journals, I: 1939-1941)
  • (1996) – Entering the Silence: Becoming a Monk and Writer (Journals, II: 1941-1952)
  • (1996) – A Search for Solitude: Pursuing the Monk’s True Life (Journals, III: 1952-1960)
  • (1996) – Turning Toward the World: The Pivotal Years (Journals, IV: 1960-1963)
  • (1997) – Dancing in the Water of Life: Seeking Peace in the Hermitage (Journals, V: 1963-1965)
  • (1997) – Learning to Love: Exploring Solitude and Freedom (Journals, VI: 1966-1967)
  • (1998) – The Other Side of the Mountain: The End of the Journey (Journals, VII: 1967-1968)
  • (1999) – The Intimate Merton: His Life From His Journals
  • (2000) – Thomas Merton: Essential Writings
  • (2001) – Dialogues with Silence
  • (2003) – The Inner ExperienceSeeking Paradise: The Spirit of the Shakers
  • (2004) – Peace in a Post-Christian Era
  • (2005) – In the Dark Before Dawn: New Selected Poems of Thomas MertonCassian and the Fathers
  • (2006) – The Cold War Letters
  • (2007) – Thomas Merton In My Own Words
  • (2008) – Choosing to Love the World

 

Anarquismo Cristão

 O Anarquismo cristão (também conhecido como cristianismo libertário) com base nos ensinamentos de Jesus defende que a única autoridade legítima é Deus e repudia qualquer autoridade secular.

Alguns anarquistas cristãos se opõem ao uso da violência tanto para ataque como para defesa. baseados no Sermão do Monte, estes tendem a ser pacifistas e contrários a guerras e violência. Essa ideia é baseada na recomendação de Jesus para “dar-lhe a outra face” presente em Mateus 5:38-42, ou seja, resistir ao mal sem ser violento, não ser violento nem em legítima defesa.

Contudo, vertentes libertárias como a dos taboritas, sob o comando militar de Jan Zizka, baseadas em passagens como Evangelho de Mateus 10:34, Evangelho de Lucas 22:36, Eclesiastes 3:1-10, entre outras, não hesitaram em fazer uso da força.

Os anarquistas cristãos se opõem a todo tipo de tirania local ou global, sugerem que há plena compatibilidade entre anarquismo e cristianismo, e argumentam que uma das razões pelas quais Jesus foi perseguido pelo governo romano, pelos líderes religiosos e pelo Sinédrio, foi porque foi visto como um anarquista, como uma ameaça ao status quo. Para eles, a liberdade é justificada espiritualmente através dos ensinamentos de Jesus, e que, na história, o desvio desses ensinamentos foi promovido principalmente por Constantino.

Leon Tolstói, em seu livro O Reino de Deus está em vós, idealiza uma sociedade baseada na compaixão e em princípios não-violentos. A obra desse escritor russo influenciou Gandhi na luta pela independência da Índia e Martin Luther King nos Estados Unidos da América na luta pela emancipação de pobres, negros e mulheres.

Tolstói acreditava que para a efetiva destruição do Estado bastava o não pagamento de impostos e a abstenção do serviço militar. Adin Ballou e Ammon Hennacy defenderam idéias semelhantes.

Jacques Ellul embora recomendasse a atitude de Jesus de seguir “como ovelha para o matadouro” como ideal para o cristão, não deixou de colaborar com a resistência francesa contra a ocupação nazista promovida por Adolf Hitler.

Os primeiros cristãos se opuseram ao primado do Estado: “Devemos obedecer a Deus como governante no lugar de homens” ( Atos 4:19, 5:29, 1 Coríntios 6: 1-6); “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”. (Colossenses 2:15). Além disso, algumas comunidades cristãs primitivas parecem ter praticado uma espécie de comunismo anarquista. Os integrantes da comunidade de Jerusalém descrita em Atos compartilhavam o trabalho e dinheiro de forma equivalente entre seus membros.

Alguns anarquistas cristãos, como Kevin Craig, insistem que essas comunidades estavam centradas no amor verdadeiro e se preocupavam umas com as outras em vez de se preocuparem com uma liturgia. Eles também alegam que a razão pela qual os primeiros cristãos foram perseguidos não era porque adoravam a Jesus Cristo, mas porque se recusavam a adorar os ídolos humanos que reivindicavam o status divino.

Dado que eles se recusaram a adorar o Imperador romano, eles se recusaram a jurar qualquer ato de fidelidade ao Império. Por exemplo, quando solicitado que eles jurassem pelo nome do imperador, Speratus, porta-voz dos mártires sicelitanos, disse: “Eu reconheço não o império deste mundo… pois eu sei que meu Senhor é o Rei dos reis e imperador de todas as nações.”

Para os anarquistas cristãos, o momento que sintetizou a degeneração do cristianismo foi a conversão do Imperador Constantino após a sua vitória na Batalha da Ponte Mílvia em 312.

Após este evento, o cristianismo foi legalizado pelo Édito de Milão de 313, fato que marcou a transformação de uma igreja humilde governada de baixo para cima para a edificação de uma organização autoritária que governava de cima para baixo.

Os anarquistas cristãos apontam o édito como o ponto inicial da “mudança constantiniana”, na qual o cristianismo gradualmente foi se mesclando com a vontade da elite dominante, e terminou como a Igreja Estadual do Império Romano. Sob essa perspectiva, o Édito também foi responsável pelas Cruzadas, pela Inquisição e pelas Guerras religiosas na França.

Após a conversão de Constantino o pacifismo cristão e o anarquismo foram abandonados por quase um milênio até o surgimento de pensadores como Francisco de Assis e Petr Chelčický. Francisco de Assis (c.1181-1226) era um pregador ascético, pacifista e amante da natureza. Como filho de um rico comerciante de roupas, ele desfrutou de uma vida privilegiada, mas se alistou como soldado e, a partir de então, mudou radicalmente suas crenças e práticas após um despertar espiritual. Francisco tornou-se um pacifista e evitou bens materiais, tentando seguir os passos de Jesus. Peter Maurin, co-fundador do Movimento dos Trabalhadores Católicos, foi fortemente influenciado por Francisco de Assis. O trabalho de Petr Chelčický (c.1390-c.1460), especificamente The Net of Faith , influenciou Leo Tolstoy e é referenciado em seu livro O reino de deus esta em vós.

Vários autores socialistas libertários identificaram o do reformador social protestante inglês Gerrard Winstanley bem como o ativismo social de seu grupo, os escavadores, como coerentes com o anarquismo cristão.

Para o historiador anarquista George Woodcock”Embora (Pierre Joseph) Proudhon tenh sido o primeiro escritor a se chamar anarquista, pelo menos dois predecessores delinearam sistemas que contêm todos os elementos básicos do anarquismo. O primeiro foi Gerrard Winstanley (1609-c. 1660). Winstanley e seus seguidores protestaram em nome de um cristianismo radical contra a crise econômica que se seguiu à Guerra civil inglesa e contra a desigualdade que os grandes do novo exército pareciam querer preservar”

En 1649-1650, os escavadores tentaram criar comunidades baseadas no trabalho na partilha de bens ao sul da Inglaterra. As comunidades falharam após serem fortemente repreendidas pelas autoridades inglesas, mas uma série de panfletos de Winstanley foram preservados dos quais Nova Lei da Justiça (1649) foi o mais importante. Sustentando um cristianismo racional, Winstanley comparou Cristo com “a liberdade universal” e sustentou a natureza universalmente corruptora da autoridade. Ele traçou um vínculo entre a instituição da propriedade e a falta de liberdade. Para Murray Bookchin “No mundo moderno, o anarquismo apareceu pela primeira vez como um movimento do campesinato e simpatizante face ao declínio das instituições feudais. Na Alemanha, o principal porta-voz das guerras camponesas foi Thomas Müntzer; na Inglaterra, Gerrard Winstanley. Os conceitos de Müntzer e Winstanley estavam perfeitamente adaptados às necessidades de seu tempo – um período histórico em que a maioria da população vivia no campo e quando as forças revolucionárias mais militantes vieram do meio agrário. Seria muito difícil argumentar se Müntzer e Winstanley poderiam ter alcançado seus ideais. O que é de importância real é que eles foram proeminentes; seus conceitos anarquistas surgiram naturalmente da sociedade rural”

Anarquistas-cristãos modernos

Leo Tolstoy (1828-1910) escreveu extensivamente sobre princípios anarquistas. De acordo com o autor, ele chegou a esses princípios por meio da fé cristã. Sua trajetória é narrada nas obras O reino de deus esta em vósA lei da violência e a lei do amor e Cristianismo e Patriotismo onde Tolsói critica o governo e a Igreja em geral. O reino de deus esta em vós é considerado o texto-chave na formulação do anarquismo cristão. Tolstoi procurou separar o cristianismo ortodoxo russo – que foi fundido com o Estado – do que ele acreditava ser a verdadeira mensagem de Jesus contida nos Evangelhos, baseando-se fundamentalmente no Sermão da montanha. Tolstoi considera que todos os governos bélicos apoiados pela igreja são uma afronta aos princípios cristãos da não-violência e da não-resistência. Embora Tolstoi nunca tenha usado o termo “anarquismo cristão, Tolstói defendia uma sociedade baseada na compaixão, pacifismo e liberdade. Tolstoi era um pacifista e vegetariano. Sua visão para uma sociedade ideal era uma espécie de versão anarquista do georgismo, que ele menciona especificamente em sua novela Ressurreição.

Nikolai Berdyaev (1874 – 1948), filósofo cristão ortodoxo, conhecido pelo pseudônimo de filósofo da liberdade, foi um existencialista cristão. Conhecido pela obra O Reino de Deus é anarquia, ele acreditava que a liberdade final vem de Deus, em oposição direta aos anarquistas ateístas, como Mikhail Bakunin, que viam Deus como representante simbólico da escravidão (simbólica) da humanidade.

Mário Ferreira dos Santos (1907 – 1968), filósofo brasileiro, enxergava no cristianismo uma filosofia superior de viés prática libertário. Para ele o sentimento cristão poderia ser definido como vontade de superação, sendo assim, seria impossível pensar em socialismo sem liberdade e uma ética fundamentalmente cristã. Mário via o cristianismo como algo aplicável em qualquer circunstância possível, independentemente da nação ou da época.

Jacques Ellul (1912 – 1994) foi um filósofo, sociólogo, teólogo francês. Escritor prolífico, ele escreveu 58 livros e mais de mil artigos ao longo de sua vida, abordando, sobretudo a propaganda, o impacto da tecnologia sobre a sociedade e a interação entre religião e política. O tema dominante de seu trabalho foi a ameaça à liberdade humana e à religião diante da ameaça tecnológica.

Philip Berrigan (1923 – 2002) foi um pacifista, anarquista e ex-padre católico norte americano. Berrigan foi conhecido por seu ativismo contra qualquer tipo de guerra.

Dorothy Day (1897 – 1980) foi uma jornalista, ativista social, anarquista note-americana. Durante a década de 1930 Day trabalhou para estabelecer um Movimento Operário Católico não-violento e pacifista com o objetivo de ajudar os pobres e desabrigados com ações diretas e não-violentas.

Ammon Ashford Hennacy (1893 – 1970) foi um pacifista americano, anarquista cristão, ativista social e membro do Movimento dos Trabalhadores Católicos e do Industrial Workers of the World. Ele criou o “Joe Hill House of Hospitality”, em Salt Lake City, Utah. Crítico das tributações estatais, Hennacy defendia e praticava a resistência fiscal.

Outros anarquistas cristãos modernos

  • Ivan Illich
  • Adin Ballou
  • Charles Erskine Scott Wood
  • Léonce Crenier
  • Peter Maurin
  • Thomas J. Hagerty
  • Amilton Farias
  • Vernard Eller
  • William B. Greene

Comunidades
Numerosos sites e movimentos de anarquistas cristãos surgiram na internet nos últimos anos. Os principais são: O Instituto Cristão Libertário, fundado por Norman Horn, A Pinch of Salt, uma revista anarquista cristã dos anos 1980, revivida em 2006 por Keith Hebden em formato eletrônico, Vine & Fig Tree revista fundada por Kevin Craig em 1982; Radicais de Jesus fundado pelos menonitas Nekeisha e Andy Alexis-Baker em 2000 e atualmente organizados por Nekeisha Alexis-Baker, Joanna Shenk e Mark Van Steenwyk Lost Religion of Jesus criado por Adam Clark em 2005; Anarquistas cristãos criados por Jason Barr em 2006; O Trabalhador Mórmon, um blog fundado em 2007 por William Van Wagenen a associação ASIRAfundado por Alexandre Christoyannopoulos em 2008 e o NewForLife Projeto fundado em 2009 em Foz do Iguaçu por Amilton Farias.

Exposição ‘O Tempo dos Sonhos’ traz arte tradicional aborígene para a Caixa Cultural

 Legado dos povos aborígenes da Austrália será exposto no Bairro do Recife, trazendo esculturas, gravuras e pinturas em técnicas variadas, como as bark-paintings

Os povos aborígenes acreditam que sua existência data do “tempo dos sonhos”, quando o mundo como o conhecemos foi moldado. Segundo eles, todos os outros povos do mundo tiveram origem neles, e precisaram partir por terem violado a lei aborígene.

Manter o “sonhar” vivo é a motivação fundamental para a prática da arte dos artistas indígenas da Austrália, e por isso a expressão “Tempo dos Sonhos” foi escolhida para nomear a exposição que será inaugurada nesta quarta-feira (13), na Caixa Cultural, no Bairro do Recife. Gratuita e aberta ao público, ela levou quatro anos para ser produzida, de sua concepção à chegada em solo brasileiro, e já passou por São Paulo, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

mostra tem três curadores responsáveis: os australianos Djon Mundine e Adrian Newstead (que estará presente na abertura de hoje) e o brasileiro Clay D’Paula, mestre em Arte Moderna e Contemporânea pela Universidade de Sidney. Em sua temporada na Austrália, Clay aprofundou o conhecimento com aquela que descreve como sendo “a tradição artística contínua mais antiga do planeta”, abrindo espaço para que pudesse trazer a exposição ao Brasil.

“Demorou por conta de dificuldades de custo, de burocracia, da distância em si. Os museus ficavam receosos de emprestar porque há peças raras e consagradas internacionalmente, e que inclusivem foram expostas nos museus MoMA e Metropolitan, de Nova Iorque, e em Bienais como as de Veneza, São Paulo e Sidney”, explica.

São 52 obras que representam as diversas regiões australianas, incluindo esculturas, gravuras, bark-paintings (pintadas sobre a entrecasca do eucalipto, com materiais que incluem fios de cabelo e pigmentos feitos de terra) e as famosas “pinturas luminosas do deserto”.

Os motivos variam de acordo com a tradição de cada região e o estilo do artista, mas vão do figurativo a um grafismo que beira o abstrato. Várias trazem símbolos que são sinais narrativos (a chamada “arte mnemoica“, que produz verdadeiros mapas mentais).

Há raridades como as obras de Sunfly Tjampitjin, que ao longo de sua vida produziu apenas cerca de 60 peças, ou de Emily Kame Kngwarreye, que faleceu em 1996 e é uma das mais destacadas artistas australianas. Outro pintor renomado presente na exposição é Clifford Possum Tjapaltjarri, também já falecido, um verdadeiro símbolo mundial desse tipo de arte.

   Diálogo com o Brasil

“A arte aborígene em geral é uma arte de resistência, resiliência e afirmação. Existe força e voz por trás destas obras e por isso esta exposição é também um ato político”, destaca Clay D’Paula.

Um dos aspectos que reforçam este fato é a presença de uma grande mandala produzida por um indígena brasileiro (Xohã Karajá, membro da etnia Iny e morador da Ilha do Bananal, no Tocantins). “A arte indígena brasileira dialoga com a aborígene australiana, mas aqui em nosso país é desvalorizada. Na Austrália, a arte rende aos aborígenes US$ 200 milhões [cerca de R$ 740 milhões] a cada ano, e a comercialização das peças traz dignidade para a comunidade e para os artistas“, destaca o curador.

mostra que entra em cartaz na Caixa Cultural é a mais vigorosa e diversificada dessa forma de arte que já passou pelo Brasil. Para dar suporte a ela, foi lançado um catálogo bilíngue, com textos de especialistas australianos e brasileiros, que é o primeiro publicado sobre o assunto em língua portuguesa. Na vernissage desta quarta-feira (13), os curadores Clay D’Paula e Adrian Newstead (um renomado escritor de arte, galerista e colecionador) vão realizar um tour explicativo acerca das obras.

Serviço:

Exposição O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália
Caixa Cultural Recife (avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife)
Abertura: Nesta quarta-feira (13 de junho), às 19h. Visitação: até 5 de agosto (terça-feira a sábado, das 10h às 20h/ domingo, das 10h às 17h)
Informações: (81) 3425-1915

 
 

Arte: identidade cultural que transforma a realidade

 Quais são as perspectivas para um ramo que ainda precisa de incentivo para decolar.

conceito de arte é tão plural quanto as suas formas de manifestação: música, pintura, street art, dança, poesia, etc. E cada uma possui papel fundamental na construção cultural de um país, perpetuando rituais, contando histórias, sendo o verdadeiro elo de conexão entre pessoas. Mas como a arte é vista no Brasil? Quais são as perspectivas? Como inserir a cultura na vida de pessoas e empresas?

A arte está em franca expansão no país. Um assunto recorrente que permeia toda a sociedade. Da grade curricular das escolas até a valorização de nomes no cenário internacional, o interesse crescente vem mostrando novas possibilidades e ideias.

O passo inicial foi a mudança da grade curricular das escolas, tornando obrigatório o ensino de teatro, artes visuais e dança. Além de permitir com que crianças tenham maior interpretação do mundo, este é o princípio da criação de um novo mercado consumidor, habituado às mais diversas representações artísticas. Com isso, no futuro, teatros, museus, cinemas e galerias podem sair favorecidos.

Outro ponto positivo é a valorização no mercado internacional. Há obras que já alcançaram o valor de mais de U$ 2 milhões. Porém, a grande maioria dos artistas ainda não atingiu seu real potencial financeiro, abrindo possibilidades para um amadurecimento de toda a cadeia de consumo, que envolve, inclusive, empresas e fundos que veem na arte uma forma de investimento.

Apesar do cenário otimista, ainda é necessário um longo caminho para o reconhecimento das manifestações artísticas como parte indispensável da sociedade brasileira. Mas há iniciativas que procuram transformar essa realidade, como o Instituto Cultural Plajap.

Fundado por Jaqueline Jappur e Eduardo Plass, um dos maiores financistas brasileiros, o Instituto Plajap desenvolve projetos para gerar conhecimento e educação, facilitando o livre acesso à cultura. Uma ideia que, assim como a própria arte, pode estabelecer uma transformação social.

Website: http://www.plajap.com.br

 

 
 

Minas investirá R$ 3 milhões em pistas públicas de skate

O edital será lançado nesta quinta-feira (14) no Centro de Referência da Juventude que fica no prédio anexo à praça da Estação, no centro da capital mineira

A prática de skate está entre as modalidades esportivas que mais cresce em Minas, segundo levantamento da Secretaria de Estado de Esportes. O resultado da pesquisa levou o governo a lançar um edital para a construção de pistas coletivas para a  prática do esporte. O valor a ser investido chega a R$ 3 milhões.

O edital será lançado na quinta-feira (14) no Centro de Referência da Juventude que fica no prédio anexo à praça da Estação, no centro da capital mineira. O projeto é uma parceria do Estado com a Central Única das Favelas (Cufa) e está recebendo incentivo da Federação Mineira de Esportes Radicais (FMER) e da Confederação Brasileira de Skate (CBSk). De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria de Esportes, o objetivo é reforçar a importância da prática do skate como ferramenta de lazer, cidadania e ponto de partida para possíveis formações de atletas na sociedade.

Segundo o campeão sulamericano de skate Mateus Cavinato, 26, essas pistas serão um incentivo aos novos atletas. “Comecei com os meus 18 anos e, hoje, como profissional, tenho visto que é de suma importância esse acesso às pistas e a pratica do esporte por pessoas de periferias”, conta. Belorizontino, Mateus também aposta que o projeto servirá como uma lição de vida para as crianças. “O skate me faz bem e acredito que é uma proposta educativa para o futuro, pois o skate te ensina a errar sem desistir, a cair e levantar, seguindo em frente de cabeça erguida”, concluiu.

Cheios de benefícios para o corpo e a saúde, os esportes radicais permitem maior contato com a natureza

Esportes radicais são as atividades esportivas que envolvem alto grau de risco físico, devido às condições extremas de altura, velocidade ou outros desafios que envolvem a prática. Esses esportes são considerados radicais, pois oferecem mais riscos do que os esportes em geral, tornando-os mais emocionantes. Eles demandam mais esforço físico e maior controle emocional. Além disso, podem envolver situações extremas de limite físico ou psicológico.

Antigamente, esportes radicais eram atividades que envolviam paraquedismo, snow board e vôo livre. Com o passar do tempo, outras atividades foram criadas e incluídas como rafting, trekking, cannoying e verticália.

Especialistas afirmam que essas atividades fazem muito bem à saúde, além de ajudar muito a musculatura do corpo. Mas elas exigem mais preparo físico, se comparadas às atividades normais. Por isso, antes de começar a praticar, é essencial que o atleta se informe sobre o que é importante fazer para se exercitar com segurança. O conhecimento pode ajudar a evitar acidentes e orienta como melhorar o desempenho físico.

Mesmo sempre prezando pela segurança, devem ser observados alguns cuidados especiais com pessoas hipertensas, cardiopatas, grávidas, praticantes que tenham algum tipo de distúrbio ou com vertigens. Apesar de todas as atividades serem monitoradas, essas pessoas merecem uma atenção especial.

Benefícios dos esportes radicais

As atividades dos esportes radicais proporcionam muitos benefícios, como sensação de bem-estar, aumentam a força muscular, diminuem o risco de algumas doenças, melhoram a flexibilidade e o equilíbrio, são estimulantes, devido ao excesso de adrenalina liberado pelo corpo, proporcionam o aumento da autoconfiança e, ao final, a sensação de relaxamento.

Esportes radicais no Vassouras Eco Resort

A prática desses esportes geralmente está ligada à natureza e, para quem gosta de aventura e adrenalina, o Vassouras Eco Resort oferece diversas modalidades de esportes radicais com equipamentos de segurança necessários e acompanhadas por profissionais treinados.

Entre as atividades estão: rapel, arvorismo, tirolesa, escalada, paintball e arco e flecha. Além disso, o Vassouras Eco Resort oferece aos seus hóspedes vários esportes ao ar livre, permitindo-lhes entrar em contato com o campo, onde também é possível fazer trilhas, ideais para caminhadas e exercícios. Algumas trilhas são muito largas, com vegetação apenas nas extremidades, ideais para famílias.